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terça-feira, julho 17, 2012

TROFÉU CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Troféu Carlos Drummond de Andrade
Itabira - MG

No próximo dia 04 de agosto, o poeta Aparecido Donizetti Hernandez receberá, em Itabira – MG, o troféu Carlos Drummond de Andrade, em reconhecimento a sua poesia.

A indicação partiu da Poetisa Deslanieve Daspet presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo e da poetisa Lea Lu, receberá a honraria na qualidade de convidado especial por inciativa do Jornalista Eustáquio Felix promotor do evento a 47 anos. O Poeta Hernandez, já havia recebido em março o Troféu Pedro Aleixo por sua atuação em defesa da democracia, cidadania e pela Paz.

Nesse ano em que se comemora 110 anos do nascimento do Poeta Carlos Drummond de Andrade e a 47ª edição da premiação na cidade de ferro Itabira,
cidade natal do grande poeta, a premiação tem um sabor melhor segundo o poeta Hernandez.

A premiação uma das mais importantes do território nacional, esse ano passa a ter um caráter internacional, pois entre outros premiados e confirmados no evento encontra-se o Poeta Chileno Arias Manzo, fundador de Poetas del Mundo, grande expressão da poesia internacional e defensor da paz.

sábado, maio 19, 2012

CONTINUAM EXPLORANDO O POVO NORDESTINO



"Esmola que se dá ao cidadão ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão"
Luiz Vieira - Luiz Gonzaga


Desde o reinado de Don Pedro II, com decretos prometesse atenuar ou acabar com a seca no nordeste brasileiro, açudes são construídos, o Estado investe vultuosas quantias de recursos financeiros a fundo perdido, prometesse acabar com a fome, mas como acabar com a fome de um povo guerreiro e forte a do povo Nordestino, quando se constrói os açudes nas terras dos "Donos da Terra", as tecnologias que hoje o mundo e o próprio país detém permitiriam um investimento real e definitivo para garantir a dignidade e a cidadania ao forte povo do nordeste de nosso Brasil, mas porque fariam isso? a reportagem da serie UOL dá uma dica, assim não ficamos em uma disputa nas eleições nas prefeituras em 2012, com a indigna discussão de parasitas do Estado e seus seguidores que não perceberam ainda que somente ficam com as migalhas e muitas vezes somente com a expectativa de poder comê-las um dia, não iludam-se as vezes morrerá de fome, nem as migalhas lhes restarão é muita boca para alimentar e pouca migalha para compartilhar.

Aparecido Donizetti Hernandez
Poeta: Marcas Poéticas/ Poetas del Mundo
Tecnólogo Gestão Pública
Especialista Contabilidade Pública Responsabilidade Fiscal
Pós Graduando: Gestão Publica UTFPR/UAB-Itapevi-SP



Alimentada pela escassez, "indústria da seca" fatura com a estiagem no Nordeste

Carlos Madeiro

Do UOL, em Tacaratu (PE)


A seca no Nordeste é sempre sinal de sofrimento para o sertanejo. Mas a falta de chuva também movimenta o meio político e o comércio das cidades atingidas pela estiagem. A chamada “indústria da seca” fatura alto com a falta de alimentos para os animais e de água para os moradores.

O exemplo mais conhecido no sertão –e relatado por diversos moradores ao UOL–  é o uso político na distribuição dos carros-pipa, marca registrada do assistencialismo simples. Segundo os relatos, alguns políticos visitam as comunidades e se apresentam como “responsáveis” pelo envio da água. Os moradores também reclamam da alta nos preços de serviços e alimentos para os animais.cidade
“A prefeitura nos ajuda muito, nos mandando água por carros-pipa. Às vezes demora, mas sempre vem”, conta a agricultora Maria Gildaci, 66, de Tacaratu (PE), sempre citando que o prefeito é "quem manda" o carro para a sobrevivência dela e da família, que vive em uma pequena casa no sítio Espinheiro. 
Falas como a Gildaci, agradecendo os políticos, são comuns, mas a prática está sendo combatida por organizações do semiárido. “Água é um direito, não é dada de favor. Agricultores relatam com frequência que vereadores se apresentam trazendo carros-pipa e que prefeitos estão se utilizando disso para as eleições. Estamos fazendo levantamentos e vamos tentar identificar onde isso está ocorrendo para tomarmos providências”, afirma o coordenador da ASA (Articulação do Semiárido), Naidson Batista.
Para Batista, o uso político da água é histórico no Nordeste, mas vem perdendo força nos últimos anos. “A indústria da seca, na história brasileira, é um instrumento de alguns, em detrimento de outros, para aumento de poder econômico, político ou social de determinado grupos. Embora ela venha perdendo força, não seria possível erradicar uma prática de 400 anos em apenas 10”, afirma.
Segundo o coordenador, os investimentos cobrados, como poços, barragens e cisternas, não foram feitos a contento ao longo dos anos, o que facilitou a política assistencialista. "Isso faz parte da indústria da seca, pois deixa o sertanejo vulnerável, à espera sempre de ações emergenciais."
O diretor do Polo Sindical do Médio São Francisco da Fetape (Federação dos Trabalhadores em Agricultura de Pernambuco), Jorge de Melo, também relata que políticos e fazendeiros ainda se aproveitam da seca para lucrar. “É só começar a escassez de alimentos para ter gente aumentando o preço das coisas. É o que chamam da lei da oferta e procura. Além disso, há um claro uso político, que vem sendo combatido e está enfraquecendo, mas ainda existe no sertão”, diz.
Para tentar reduzir o desvio político da água, o governo de Pernambuco anunciou, na última quarta-feira (16), que os carros-pipa contratados pelo Estado serão equipados com GPS e terão fiscalização dos conselhos de desenvolvimento dos municípios –que ficarão responsáveis por enviar relatórios mensais sobre o cumprimento dos cronogramas.

MAPA MOSTRA AS CIDADES VISITADAS PELO UOL EM QUATRO ESTADOS

  • Arte UOL

Ganho econômico

Além do uso político, muitos setores da economia também faturam com a venda de produtos. Um dos exemplos é a palma (espécie de cacto que serve de alimento para o gado). Segundo os moradores, o preço da tarefa de palma (equivalente a uma área plantada de 3.053 m²), que antes da estiagem ficava em torno de R$ 1.200, hoje chega a custar até R$ 2.500 em algumas localidades de Alagoas e Sergipe.
“Quem tem sua palma plantada para os seus animais não quer vender. Agora a seca é boa para aqueles que plantam a palma como investimento e estão vendendo mais caro e lucrando muito”, citou o produtor Vilibaldo Pina de Albuquerque, de Batalha (AL).


Em Sergipe, os investidores estão comprando carros-pipa para ganhar dinheiro. “Hoje, quem tem um dinheiro sobrando está comprando um carro-pipa para distribuir água. Demanda é o que não falta. Aqui estamos precisando de mais, mas não há”, diz o coordenador da Defesa Civil de Poço Redondo (SE), José Carlos Aragão. "E o carro-pipa não é a solução, e só uma política emergencial. Hoje você leva a água, amanhã já precisa de novo. É um investimento de curta duração."O carro-pipa também é um negócio rentável. Os preços cobrados pelos “pipeiros” no sertão inflacionaram com a seca. “Existe, e muito, a indústria da seca. Um exemplo: antes, a prefeitura contratava um carro-pipa por R$ 100 para lavar o matadouro. Hoje, para o sujeito trazer a mesma quantidade de água ele obra R$ 200. E olhe que o preço do combustível não subiu e ele pega água no mesmo lugar”, afirma o secretário de Infraestrutura de Batalha (AL), Abelardo Rodrigues de Melo.

Na cidade sergipana –a mais afetada do Estado, com 15 mil pessoas atingidas pela estiagem--, o movimento de carros-pipa é intenso e atua em diversos setores da economia. Na oficina de Antônio Rodrigues, cresceu a procura por consertos dos caminhões. “Hoje 30% do que faturo é com esses carros. Contratei até uma pessoa para me ajudar, porque a procura é grande e tem caminhão aqui todo dia. Queria não ter mais esse serviço, que aqui chovesse e o povo parece de sofrer. Mas estou trabalhando dignamente.”

Melhores condições

Para o economista Cícero Péricles, apesar da “indústria da seca” ainda existir, as condições de enfrentamento do sertanejo à seca atual são melhores do que aquelas enfrentadas na última grande estiagem, em 1998.
“Há mais de uma década a política de água obteve ganhos consideráveis pela entrada das cisternas e barragens subterrâneas nos espaços da agricultura familiar, reforçando os antigos instrumentos, como os poços artesianos, tubulares, barreiros, açudes e adutoras. A presença dos órgãos públicos mudou da intervenção exclusivamente assistencialista e emergencial para instituições públicas, com maior capilaridade, municipalizadas, que fazem a cobertura permanente com os programas sociais. A ampliação da Previdência Social no campo, assim como de programas de transferências de renda, a exemplo do Bolsa família, reduziram em muito a pobreza absoluta no meio rural”, afirma o economista.

quinta-feira, maio 17, 2012

CORTE DE ENCARGOS NA ENERGIA ELÉTRICA


Corte em encargos pode reduzir conta de luz imediatamente, diz Aneel

JULIA BORBA
DE BRASÍLIA

O governo tem em mãos uma lista com, pelo menos, três encargos que pretende eliminar para reduzir o preço da energia, afetando imediatamente a tarifa ao consumidor. A afirmação é do diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Edvaldo Santana.

O corte de encargos causaria, na sequência, uma redução na conta de luz.

A possível adoção das medidas é vista como uma forma de acalmar os ânimos da indústria, pressionada pela perda de competitividade, e para reduzir a tarifa cobrada nas contas, uma das mais altas do mundo.

Até o momento, os encargos mais cotados para serem extintos são a CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), que serve para custear a geração de energia na região Norte; a RGR (Reserva Global de Reversão), fundo criado para indenizar usinas que não fossem amortizadas; e o ESS (Encargos de Serviços do Sistema), usado para garantir a segurança da oferta de energia.

De acordo com Santana, dependendo do encargo que o governo decidir cortar dentre os dez cobrados atualmente, não haverá necessidade de prazos para adaptação, com resultado imediato sobre as tarifas.

Os três encargos que estão na lista do governo são dispensáveis e apenas um deles (o CCC) não pode ser suprimido imediatamente.

"A RGR já deveria ter acabado no ano passado, mas o governo prorrogou até 2035. A rigor, se o governo quiser extinguir esse encargo, não tem problema", disse.
Sobre a ESS, disse que "jamais deveria ter existido". Santana também é a favor do fim da CCC, mas destacou que a medida requer que se observe os prazos de contratos em vigor.

ISOLADOS

Atualmente, Estados como Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Acre e Amapá não estão interligados ao restante do sistema elétrico nacional e, por isso, precisam fazer uso de fontes mais caras de energia - como o óleo diesel.

"Enquanto existirem sistemas isolados é preciso ajudar esses consumidores a pagar pela energia elétrica", diz o diretor da Aneel.

Para equalizar os valores cobrados de cada usuário nas diferentes regiões do país, parte da diferença nas tarifas é distribuída a todos Estados.

A previsão é de que o governo integre grande parte do sistema ainda no ano que vem. Mesmo assim, alguns contratos continuariam tendo de ser honrados, impedindo a extinção imediata da CCC.


domingo, abril 15, 2012

Audiência Pública vai discutir Direitos da Pessoa Idosa


ASSUNTO DE INTERESSE DE TODA A POPULAÇÃO EM ESPECIAL DOS IDOSOS.


Se você não puder estar fisicamente na audiência Pública pode participar on line e acompanhar os debates link no corpo do texto, cidadania se faz, se conquista e se mantém com participação e fiscalização, Democracia participativa é o remédio contra a corrupção e os desmandos.

Aparecido Donizetti Hernandez
Poeta, Tecnólogo Gestão Pública (inscrito no CRA-SP)
Especialista Contabilidade Pública Responsabilidade Fiscal
Acadêmico UTFP/UAB-Itapevi- SP : Especialização Gestão Pública 20011-2012.

Audiência Pública vai discutir Direitos da Pessoa Idosa

O mandato do deputado estadual Geraldo Cruz vai realizar em parceria com o deputado José Zico Prado, no dia 24 de abril, no auditório Paulo Kobayashi, na Assembléia Legislativa, uma audiência pública para discutir os Direitos da Pessoa Idosa.  O tema central do encontro será a gratuidade nos sistemas de transporte metropolitano e rodoviário no estado.
Para acompanhar o debate online os internautas devem acessar o site do mandato do deputado estadual Geraldo Cruz www.geraldocruz.com.br, onde haverá um link da transmissão ao vivo do evento.
Os idosos que participam da organização do debate alertam que as deficiências no sistema de transporte público é um dos problemas que mais interferem de forma negativa na vida deles. A questão é tão séria que chega a impedir o atendimento à saúde, uma vez que muitos deles enfrentam dificuldade para chegar às unidades de atendimento.
Desde quando foi prefeito em Embu das Artes, entre os anos de 2001 a 2008, Geraldo Cruz prioriza a criação de políticas públicas para os idosos. A cidade administrada por ele possuiu dezenas de núcleos de atenção à pessoa idosa, que contribuem diretamente para a participação popular e cidadania, melhorando até mesmo as condições de saúde de todos os atendidos.
Já como deputado estadual Geraldo Cruz estimulou a implantação do núcleo de atendimento aos idosos na Associação Amigos do Jardim São Francisco, no bairro do Guarapiranga. O local atende um grupo de quase 50 idosos que se reúne semanalmente para praticar atividades físicas e participar de oficinas culturais.
O governo do estado será representado no evento pelas Secretarias Estaduais de Logística e Transporte, Transportes Metropolitanos, ARTESP. Também haverá a participação de integrantes do Conselho Estadual e Nacional da Pessoa Idosa.
Serviço:Audiência Pública do Idoso dia 24 de abril de 2012
Auditório Paulo Kobayashi - A partir das 14 horas
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – Av. Pedro Álvares Cabral – SP.

Contatos dos organizadores do evento nas cidades:

Comentário

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Companhias invadem as redes sociais


Companhias invadem as redes sociais




Um dos princípios básicos da administração sugere que uma empresa, para ser bem-sucedida, deve estar perto do consumidor. Com o êxito das mídias sociais, um número crescente de companhias tem transportado essa lógica para redes como Facebook e Twitter - que, afinal, podem concentrar milhares ou até milhões de compradores de uma marca.

Levantamento feito pela KPMG em dez países indica que 70% das grandes companhias já estão nas redes sociais. Essa presença pode assumir várias formas. A mais óbvia é a criação de um perfil da empresa nessas mídias, mas anúncios publicitários e o monitoramento do que se fala sobre a marca são iniciativas cada vez mais adotadas.

O Brasil, um dos campeões no uso das redes sociais, acompanha de perto a média global: 68,1% das empresas consultadas afirmaram já ter presença nesse meio. O estudo foi divulgado com exclusividade ao Valor.

"As companhias estão percebendo que, para permanecer no jogo, precisam participar das redes sociais. Quem não está [nas redes], vai ficar para trás na competição", afirma o diretor da KPMG no Brasil, Timothy Norris. Segundo ele, marcar território em sites como o Facebook tornou-se importante para assegurar a fidelidade do consumidor e para saber qual é a percepção que as pessoas têm da empresa.


A adesão às redes sociais é mais forte nos setores que têm grande volume de consumidores: comércio, serviços financeiros e comunicações são os segmentos mais atuantes nessas mídias, conforme o levantamento.


A tendência é mais forte nos países emergentes. Os consumidores desses mercados são mais abertos ao uso das redes sociais e, por tabela, as empresas têm de ser mais atuantes. "As pessoas são mais receptivas e as empresas desses países estão ávidas por aumentar suas vendas e conquistar o mercado consumidor", avalia Norris.


Curiosamente, a lista é encabeçada pela China, com mais de 80% de suas grandes empresas presentes nas mídias sociais. A explicação reside no próprio controle que o governo chinês faz da internet e no fato de que há participação estatal nas grandes companhias. Estados Unidos e Índia aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente, seguidos pelo Brasil


Para elaborar o levantamento, a KPMG entrevistou cerca de 4 mil profissionais em dez países: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia.

Estreitar o relacionamento com os consumidores é o principal interesse das empresas nas redes sociais. Essa justificativa foi apontada por 66% dos entrevistados. Desenvolvimento de negócios, suporte ao cliente, monitoramento da marca e recrutamento de profissionais foram outros motivos citados.

Porém, algumas companhias já recorrem às mídias sociais como laboratório para lançar produtos. O estudo indica que 26,4% das empresas começam a usar as redes com essa finalidade, enquanto 30,6% estão expandindo essa prática e 14,1% pretendem iniciá-la nos próximos meses. Já não são raros os casos de companhias que usam o Facebook e o Twitter para saber, por exemplo, quais as cores de carro ou sabores de bebida desejados pelos consumidores. "Quem conseguir saber com quem está falando será um claro vencedor", diz Norris.
À medida que ganham familiaridade nesse ambiente, as companhias ficam mais abertas a permitir que os funcionários usem as redes sociais. Porém, a maioria das empresas (61,6%) definiu regras específicas para o uso dessas mídias, numa tentativa de coibir comportamentos inadequados.




FONTE: VALOR ECONÔMICO